sábado, 14 de abril de 2007

Tudo começou com um convite e um "huuumm... Não sei, eu não conheço ninguém, vou ser mó beirão lá" e depois de uma pequena conversa o Diego me convenceu de ir pro Pontão com o pessoal da sala dele. O povinho tinha alugado uma vã, e anoite eu entrei nela e vi uma configuração estranha e que metia medo, as pessoas estavam dispostas nessa ordem: Homem, mulher, homem, mulher,homem, mulher e assim ia, os únicos que quebravam essa regra eram eu e o Diego e pensei logo de cara: "Xiiiiii, isso não está me cheirando bem" e quando a vã deu a partida um raio dividiu o céu e eu deveria te-lo visto como mal presságio, pois aquele era:

O EXPRESSO DO DESESPERO (inclua aqui uns trovões e o barulinho daquele coiote que sempre aparece nos espisódios de terror do Chapolin heheheh)

Chegamos todos feliz e algres no Pontão, um lugar lindo aqui em Brasília, o povinho ja tava bebendo tava todo mundo dando gargalhadas e parecia que tudo ia dar certo, todo mundo ia dar as mão e sair cantando "Somos amigos, amigos", foi quando agente desceu da vã qe eu reparei num pequeno detalhe TODO MUNDO TAVA ACOMPANHADO!!!! E eis que derrepente começa a chover, a vã já tinha se mandado, e o que os casais fazem quando chovem??? Siiiiim, virou um agarra-agarra na minha frente e eu não estava mais nem me sentido vela, mas sim um sol! Deseperadamente procurei o Diego, ora, ele pelo menos ia me fazer companhia, mas quando eu olho pro Diego eu vejo uma cena terrível, ele estava lá com ela, não soltava mais ela, a agarrava e metia a boca nela, siiim ele estava acompanhado tbm, acompanhado com uma garrafa de 51 e num queria soltar a danada por nada desse mundo! hehehehe! Então eu fikei ali parado, no frio, na chuva, sozinho e cantando "Abandonaaaaa na madrugadaaa e não ateeeende o celulaaaar" Foi muito deprê, e depois de umas quase TRÊS horas segurando vela na chuva sem fazer nada de útil a vã apareceu e agente foi pra casa, o Diego ia dormir lá em casa então eu tive que fazer uma ginástica pra tirar a garrafa de 51 do braços dele pra ele entar em casa e acredite se quiser, o minino só sossegou quando escondeu a garrafa num arbusto perto de casa e falou "Fica aí quetinha que amanhã eu venho te buscar tá?? Num saí daí não!" e depois de subir as escadas me secar e pensar que poderia dormir e acordar no outro dia pensando que tudo não passou de um pesadelo eu soltei um generoso espirro, estava gripado!!!

Ninguém merece umas coisas dessas né? heheheheh! Bjããããoooo e até acontecer alguma coisa boa no minha vida!!! rsrsrsrsrs!

Um comentário:

André Vilarins disse...

vida difiiiiciilll hein...XDD
da proxima vez previna-se...XDDD
olha so gato deixei minha marca...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
saudades...XDD



o/